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A orquestra dos mortos
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  Sinópse

Este livro reverencia pessoas extraordinárias que tocaram importantes instrumentos na orquestra da vida do autor. Kahê celebra o que ficou de sua história pessoal com cada um, pois somente a literatura e a amizade, esse amor renovado no tempo, seriam capazes de imaginar um evento celestial, como uma orquestra no paraíso. A história é ambientada num estado de sonhos, cravado na mata, berço do descobrimento; a capital, Armação, uma cidade que outrora fora um rio de peixes ariscos, desenvolvida na malha natural da selva, foi deflorada se desflorindo; foi dilapidada, se reconstruindo; após as investidas de sinistros aventureiros, com o fi m da inconsistência social da era hippie: homens de almas livres que encontraram vida alternativa nos remansos daquele paraíso. A orquestra vem ratificar a ideia de que o homem é eterno e que, mais cedo ou mais tarde, seja ele rei, filósofo, artista, poeta, escritor, conceberá essa realeza nascida do mérito pessoal. Da realeza terrestre, nada se leva, além da certeza da esterilidade das honrarias. A literatura não poderia indagar às almas que prosseguem suas jornadas em outros planetas, sobre o bem que fi zeram ou quantas lágrimas enxugaram; entretanto pode imaginar e festejar as inúmeras e inquestionáveis harmonias que nem os muros da eternidade são capazes de quebrar.

  Ficha técnica
ISBN: 978-85-8151-119-1
Edição:
Ano de publicaçao: 2015
Nº de Páginas: 260
Formato: 15x22cm
Idioma: Português
  Sobre o autor
Carlos Kahê

Carlos Kahê é professor de literatura; pós-graduado em jornalismo, economista, compositor e autor de O Bailado Humano livro de contos publicado pela Editora 7 Letras, Rio; Sangue na Rua das Flores, romance lançado pela Helvécia, Salvador; A Rosa do Tempo, livro de contos publicado em SP, pela Livronovo e o romance Um rio perene, Editora seven&system, SP. No plano artístico, Kahê participou de inúmeros festivais e mostras musicais; tem publicações em revistas e coletâneas nacionais; poeta, ele está sempre perfumando sua prosa com a poesia, mas sempre atento à clareza e à concisão, estilo que somado à leveza de suas narrativas tem encurtado muito a distância entre o seu texto e o seu leitor.

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