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OS MEEIROS DO CACAU DO SUL DA BAHIA: trabalho, corpo e documentação
Disponibilidade: Esgotado
R$ 40,00
ESGOTADO

  Sinópse
O sul da Bahia é região de histórias sobre heróis, desbravadores em terras de índios incrustadas na Mata Atlântica. Homens creditados pelo mérito da monocultura do cacau, da riqueza e da violência. O estudo proposto neste trabalho não é uma das tantas fi cções baianas, é uma etnografi a sobre pessoas que se intitulam meeiros, os habitantes da região, que dão sentidos à terra, ao tempo e à lida com a mesma intimidade que colhem e saboreiam o chamado fruto de ouro. O trabalho foi feito durante a pesquisa de mestrado, na Universidade Federal de Pernambuco, no Programa de Pós-Graduação em Antropologia pelo fotógrafo e antropólogo Emiliano Dantas. O olhar, o pensar e o fazer acadêmico se preocupou em perceber comportamentos, relações e reciprocidades de um grupo “autônomo”, pois se consideram livres e donos do seu tempo. Neste contexto, o termo meeiro não define apenas uma categoria de trabalho, é uma opção de vida – viver no tempo da roça.
  Ficha técnica
ISBN: 978-85-8151-110-8
Edição:
Ano de publicaçao: 2015
Nº de Páginas: 220
Formato: 15x22cm
Idioma: Português
  Sobre o autor
Emiliano Ferreira Dantas
Emiliano Ferreira Dantas é mestre em Antropologia pela Universidade Federal de Pernambuco/UFPE (2014) e Bacharel em Comunicação Social com habilitação em Fotografia pelas Faculdades Integradas Barros Melo/AESO (2011). Atualmente é professor assistente I na AESO. Atua desde 2014 como Consultor técnico no projeto Inventário Imagético do Museu do Homem do Nordeste-MUHNE/Fundação Joaquim Nabuco-FUNDAJ, como pesquisador e fotógrafo da pesquisa Linha de Montagem da Defesa Social sob Focos de Lentes (2012, 2013). Foi curador, em 2010 e 2012, do Theória (MUHNE/FUNDAJ), um evento de fotografias que discute imagem, museologia e ciências sociais. Em 2014, fez a curadoria para exposição Cor à Pele, na galeria Janete Costa. Expôs, em 2011, ensaios fotográficos individuais na galeria Baobá/ FUNDAJ, sobre o Presídio Feminino Bom Pastor (Recife/PE), e no Museu da Abolição do IPHAN, uma série de retratos sobre os mestres do Coco do Amaro Branco (Olinda/PE).

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